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Simone,


A luz que brilha nos meus olhos vem da minha mente, fervilhante de idéias, pensamentos, sonhos...através de meus dedos e mãos trago vida a esse turbilhão, colocando em palavras o que insiste em gritar dentro de mim...

Cada movimento das árvores bailando ao vento traz encanto e paz ao meu ser; cada pássaro que ouço da minha janela traz música à minha alma...Assim sou eu, dando valor a cada pequena coisa, tornando-a valiosa e importante!



Simone































segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

VOCÊ TEM MEDO DE QUÊ ?
Todos têm medo de alguma coisa. Claro que barata e morte são campeões de audiência. Um dia, do nada, resolvi sair perguntando às pessoas do quê elas tinham mais medo... Surpresas mil! Algumas respostas bem óbvias: ratos, cobras, altura, morcego, solidão, escuro ( esse dito meio no sussurro... ). Outras nem tão óbvias: gatos ( sempre quem já foi arranhado por um ), jacaré ( mesmo que só tenha visto em cinema ou TV ), mar, avião, bala perdida ( hoje muito em voga! )...
Mas houve uma resposta, em especial, que além de me surpreender me fez pensar sobre várias coisas.
Uma amiga, daquelas supostamente corajosas, que se arriscam em aventuras meio impensáveis, de arrepiar, me deu a seguinte resposta:
“Eu tenho medo de não ter medo...” Como assim? Uma pessoa ultra - arrojada, cujo comportamento não combinava com medo, de repente, se sai com essa inesperada resposta: medo de não ter medo?
Comecei a conversar com ela para tentar entender o sentido da resposta. E ela me disse que ter medo era o que a mantinha viva, em todas as aventuras, porque a cada momento o medo estava presente, muito forte e servia de limites para que ela não se aventurasse além dos limites seguros.
O medo era seu ‘freio’ e, impulsiva como ela era, tinha certeza que o dia que perdesse o medo, provavelmente, suas aventuras não teriam mais tantas possibilidades de serem bem sucedidas, como até agora.
Confesso que diante dessa afirmação, todos os outros ‘medos’ me pareceram tão comuns, banais! Porque tratava-se de um medo que preservava a própria vida. Era, enfim, o medo que ela sentia que a mantinha viva.

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